Criacionismo é o termo que usa a noção genérica de uma ou mais entidades inteligentes para explicar por trás de uma série de eventos a origem do universo, da vida na Terra ou das próprias espécies.
Uso do termo
"Criação da Luz", por Gustave DoréDentro do termo "criacionismo", um vasto espectro de hipóteses podem ser enquadradas, que podem vir a sustentar interpretação em diversos graus de literalidade de livros sagrados como Gênesis ou o Corão.
Existem também versões que fazem referências religiosas explicitamente, a hipótese do desenho inteligente (DI, ou ID, de intelligent design), teoria que combate as teorias científicas conflitantes com o pensamento religioso em aulas de ciência, assim que nos Estados Unidos da América julgou-se inconstitucional a introdução do criacionismo religiosamente explícito nas aulas de ciência. Recentemente, novas tentativas têm sido feitas com novos argumentos, advogando pelo que chamam de uma "análise crítica da evolução".
Na maioria das civilizações antigas, tanto como nas atuais, é possível encontrar relatos explicando a origem de tudo como um ato intencional criativo, muitas vezes destacando uma[s] figura[s] como o[s] originador[es] da vida.
O criacionismo, da forma em que este termo é utilizado nos dias de hoje, principalmente na imprensa, é um fenômeno tipicamente americano; tendo por fonte principalmente ao protestantismo norte-americano.
Outros grupos religiosos não chegam tão longe a ponto de negar a historicidade do texto bíblico, mas propõem que, os tais "seis dias" da criação poderiam representar, talvez, 6 eras geológicas, em vez de dias literais de 24h. Mas os chamados fundamentalistas por alguns, insistem em que esta interpretação é errada, e que o mundo realmente foi criado por volta do ano 4000 AC, como se deduz do relato bíblico, somando-se as idades dos patriarcas.
Uso do termo
"Criação da Luz", por Gustave DoréDentro do termo "criacionismo", um vasto espectro de hipóteses podem ser enquadradas, que podem vir a sustentar interpretação em diversos graus de literalidade de livros sagrados como Gênesis ou o Corão.
Existem também versões que fazem referências religiosas explicitamente, a hipótese do desenho inteligente (DI, ou ID, de intelligent design), teoria que combate as teorias científicas conflitantes com o pensamento religioso em aulas de ciência, assim que nos Estados Unidos da América julgou-se inconstitucional a introdução do criacionismo religiosamente explícito nas aulas de ciência. Recentemente, novas tentativas têm sido feitas com novos argumentos, advogando pelo que chamam de uma "análise crítica da evolução".
Na maioria das civilizações antigas, tanto como nas atuais, é possível encontrar relatos explicando a origem de tudo como um ato intencional criativo, muitas vezes destacando uma[s] figura[s] como o[s] originador[es] da vida.
O criacionismo, da forma em que este termo é utilizado nos dias de hoje, principalmente na imprensa, é um fenômeno tipicamente americano; tendo por fonte principalmente ao protestantismo norte-americano.
Outros grupos religiosos não chegam tão longe a ponto de negar a historicidade do texto bíblico, mas propõem que, os tais "seis dias" da criação poderiam representar, talvez, 6 eras geológicas, em vez de dias literais de 24h. Mas os chamados fundamentalistas por alguns, insistem em que esta interpretação é errada, e que o mundo realmente foi criado por volta do ano 4000 AC, como se deduz do relato bíblico, somando-se as idades dos patriarcas.
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